Araruna-PB, Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2017
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Municipios
23 de Outubro de 2017 ás 10:57h
Sem fiscalização da PMJP, ambulantes invadem calçadas

Sem solução, devido a não haver fiscalização por parte da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Município, comerciantes do bairro de Mangabeira expõem seus produtos nas calçadas, prejudicando o livre acesso dos pedestres. Quem passa pela principal avenida do bairro, a Josefa Taveira, ou mesmo pelas ruas paralelas, sente a dificuldade de caminhar pelas calçadas que geralmente estão tomadas por cadeiras, mesas, colchões, pneus, ferros e principalmente por veículos que são estacionados no espaço público, num desrespeito total aos pedestres.

Muitas lojas que usam as calçadas para vender seus produtos deixam um espaço mínimo para os pedestres e acreditam que estão agindo corretamente, como o comerciante Antônio dos Santos, que vende colchões e entende que a calçada seja uma extensão de sua loja para expor seu produto. "Eu me preocupo com o pedestre e deixo um espaço para as pessoas, mas se você observar tem lojista que ocupa praticamente toda a calçada e não recebe nenhuma punição. Mas eu respeito o pedestre", afirmou.

O problema de obstrução de calçada não é verificado apenas no comércio formal de Mangabeira. Esse tipo de atitude também é visto em diversos bairros, a exemplo de Jaguaribe, Ernesto Geisel, José Américo e Tambaú, entre outros. Já no centro da capital, o problema é mais grave, com praticamente todas as calçadas nas imediações do Parque Solon de Lucena tomadas por camelôs.

O pior é que tanto nos bairros como no centro da cidade, os pedestres são obrigados a dividir o espaço com veículos e motos para poder caminhar e chegar ao objetivo. Nas calçadas do centro é possível encontrar frutas, plantas medicinais, vestuário, peças para fogão, calçados e utensílios para celular, entre outros objetos.

Sedurb

Em contato com o setor de fiscalização da Sedurb, os fiscais dizem reconhecer o problema e adiantaram que recebem cerca de 30 denúncias por mês de comerciantes que invadem as calçadas no bairro de Mangabeira. Eles informaram também que a demanda é grande e o número de fiscais é pequeno para atender os chamados, mas afirmaram que a fiscalização tem trabalhado muito e quando verificam que a denúncia é verídica dão um prazo de 24 horas para que o comerciante corrija o erro, ou seja, para que ele retire os produtos da calçada, e eles geralmente obedecem.

Redação 

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