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Livro sobre o trabalho do artista visual Rodrigo Braga será lançado na Galeria Casarão 34

Publicado em 01/11/2019 08:16 - Atualizado em 01/11/2019 08:16

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O livro “Geração de um Pernambuco Contemporâneo”, que registra os 20 anos de carreira do artista visual Rodrigo Braga, manauense radicado no Recife, será lançado nesta quinta-feira (31), às 19h, na Galeria Casarão 34. O lançamento é uma parceria da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio de sua Fundação Cultural (Funjope), com Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

A obra inaugural analisa duas décadas de produção artística de Rodrigo Braga com ensaios das pesquisadoras Rebeka Monita – organizadora do livro – e Maria do Carmo Nino, e de Marcelo Coutinho, artista visual e professor da UFPB. Todos estarão presentes no lançamento para conversar sobre o livro com o público de João Pessoa. Haverá acessibilidade com interprete de Libras nas apresentações.

Braga, que faz parte da chamada Geração 00, desenvolve um trabalho que mescla performance, vídeo e fotografia para abordar questões que articulam o corpo, a natureza e os centros urbanos, explorando os tensionamentos possíveis entre esses elementos, que estão, por exemplo,em obras como “Comunhão” (2006), “Tônus” (2012) e “Os olhos cheios da terra” (2018).

A coleção Geração de um Pernambuco Contemporâneo tem como proposta investigar as trajetórias e poéticas de artistas contemporâneos com produções em Pernambuco a partir dos anos 2000. A cada edição, serão convidados pesquisadores e críticos para investigar aspectos da obra do artista em destaque, promovendo um debate crítico aprofundado acerca de uma geração de artistas ligados a Pernambuco bastante profícua e característica, marcada pela ousadia temática e formal. O livro é viabilizado pelo Fundo de Cultura de Pernambuco, Funcultura.

O artista – Nascido em Manaus, em 1976, Rodrigo Braga se mudou para o Recife ainda criança, onde graduou-se em Artes Plásticas pela UFPE. Atualmente vive entre Rio de Janeiro e Paris. Expondo desde 1999, participou da 30ª Bienal Internacional de São Paulo, exibiu a obra Tônus no Cinema do MoMA PS1 e realizou uma individual no Palais de Tokyo, em Paris. Tem no currículo prêmios como o Marcantonio Vilaça – Funarte/MinC (2009) e possui obras em acervos particulares e institucionais, no Brasil e no exterior, como MAM-SP, MAM-RJ e Maison Européene de La Photographie – Paris.